Sou o sopro de uma proposta
Perpasso o meio, presenteio ou repasso
Nem tão afável, logo distinto
Nada mais sobre o desespero
em quedas d’água
E operas visão sobre meus traços
Quando jamais terás sabido
Quem de fato...
Ide! Voltai olhos lavados
Incerteza.
Sendo acerto, força e preto
tudo que veres
Serei eu.
Blog criado exclusivamente para compartilhamento da minha obra pessoal já registrada com os leitores.
domingo, 12 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Fé a nós

Nem toda espera é tão longa
E quase nenhuma é indolor.
Quem vive a aguardar
Sabe-se lá o quê
Está vendado
E não pode conceber
Que uma espera
Guarda resquícios de um abandono
Está certo!
Um aguardo reflete um lado passivo
Da alma
Cuja contraparte resida, quem sabe,
Fora dela...
Em todo indício de luta
No tempo e mundo afora
Que não desejam ver-nos
Presos a uma espera,
E oram, tempo e mundo,
Por nossas buscas
Mas esperam de nós também
Enquanto seus deuses,
Pelas graças que concedemos
Ao estarmos melhor a cada dia.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Calmaria

Se caminho sob o crepúsculo,
Invoco a ti...
Surges em destrono
das idéias sobre frio
Nos pensamentos uivantes
Das intempéries sim.
Inverno real
Que acompanha-me
dentro e fora
De forma a levar brandas ventanias...
Quer seja, por fim,
arrastado por elas.
Criam ante minha chegada
Expectativa
Esperança de paz no tempo
Posto que eu seja, de certo,
em cada ida
Solstício de outono...
É quando trago a chuva
A tudo banhando
Com meus esclarecimentos
Do que representa
Um sentimento
Em tempestade, esculpido.
És o estio na relva
O que mais preciso
Por somente toda a vida
Logo agora,
Que finco praça
Em calmaria na confiança.
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